Especialistas mantêm previsão de até 15% de crescimento do mercado imobiliário do segundo semestre. Veja por que essa é uma boa hora para comprar imóvel.

O crescimento discreto do mercado imobiliário no primeiro semestre deve aumentar consideravelmente nos próximos meses.

O resultado do segundo trimestre está animando o setor, com a alta de 1,9% em relação ao mesmo período de 2018, de acordo com o IBGE, e que garantiu o crescimento da construção no PIB (produto Interno Bruto). Essa foi a primeira quebra na série de 20 semestres seguidos.

Para os especialistas, tudo indica que as estimativas se confirmem e haja um aumento mínimo de 10% nas vendas a nível nacional, podendo chegar a 15% até o final do ano.

Esse cenário positivo está animando o setor e acenando com boas expectativas tanto para quem quer morar quanto para investimento no mercado imobiliário. Veja o que esperar para o segundo semestre.

Crescimento do mercado imobiliário em 2019 é só o início

O crescimento entre 10% e 15% vem sendo estimado desde o ano passado, quando o mercado imobiliário começou a dar sinais de recuperação.

O início de 2019 começou com um movimento em ascensão, ainda que discreto e um pouco abaixo da expectativa. De acordo com a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic), as vendas subiram 16% no segundo trimestre, chegando a 32.813 unidades vendidas.

Passados os primeiros seis meses do ano, os números positivos demonstra raízes sólidas, configurando um cenário promissor.

A baixa dos juros está incentivando a tomada de financiamento imobiliário, o que faz com que os estoques já tenham sofrido uma redução considerável, propiciando a retomada dos lançamentos.

Mercado imobiliário tem alta de lançamentos

De acordo com a Cbic, os lançamentos de imóveis aumentaram 11,8% no segundo trimestre de 2019, chegando a 30.607 unidades em todo o país.

No entanto, como o número de vendas ficou ainda maior, os estoques começam a escoar em um ritmo mais acelerado do que um ano antes, recuando 8,7%.

De acordo com os cálculos da Cbic, essa velocidade significa um período de 11,1 meses para liquidar com as 111.055 unidades estocadas. Há 12 meses, seriam preciso 13,1 meses para a sua finalização.

Crescimento deve ser equilibrado e gradual

Com os números em ascensão, tudo parece indicar que o segundo semestre será melhor do que o primeiro. No entanto, os especialistas alertam que não deve ser esperada uma aceleração exagerada.

Muito pelo contrário. Segundo eles, tudo indica que o mercado imobiliário deve crescer em um ritmo equilibrado e gradual, o que indica um cenário maduro de retomada do desenvolvimento.

Assim, a expectativa é que já nos próximos anos o mercado imobiliário ganhe ainda mais força entre os investidores, que já começam a demonstrar mais confiança no setor.

Aquecimento começa a se regularizar por regiões

O aquecimento do mercado imobiliário, no entanto, começa a se regularizar de acordo com a região do país. Sudeste e Centro-Oeste puxam a recuperação, o primeiro pela economia mais forte, capitaneada por São Paulo, e o segundo pelo aumento dos agronegócios.

Em São Paulo, por exemplo, a venda de imóveis residenciais em julho de 2019 foram 176% maior do que em julho de 2018. No acumulado dos últimos 12 meses o crescimento foi de 32,2% em relação aos 12 meses anteriores, de acordo com o Secovi-SP.

Para o Sindicato, os bons resultados se devem principalmente a fatores macroeconômicos, aliados aos preços atrativos dos imóveis e à demanda reprimida dos últimos anos de crise.

A projeção do órgão é que a capital paulista tenha um aumento de até 10% no número de lançamentos até o final do ano na comparação a 2018, quando forma lançados 37 mil imóveis.

No entanto, é preciso atentar para o fato de que a regularização do mercado imobiliário ainda está variando de acordo com o segmento.

De acordo com a Cbic, enquanto os lançamentos começam a se normalizar, o mercado de obras de infraestrutura, por exemplo, ainda não dá sinais de recuperação. Para o IBGE, a parte de infraestrutura continua bem baixa porque não conta com muitos recursos públicos.

Por outro lado, a paralisação das contratações para o programa Minha Casa Minha Vida nas faixas 1,5 e 2 deve repercutir no resultado do terceiro trimestre, ainda que as previsões de crescimento cheguem a 15% em 2019.

Dessa forma, a conjunção de fatores faz com que essa seja uma boa hora para comprar imóvel para morar ou investir, aproveitando os juros baixos e os preços atrativos dos imóveis.

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