O crédito imobiliário é hoje a forma mais fácil e rápida de comprar imóvel, seja para moradia ou investimento. No entanto, apesar de tão popular, ainda há várias dúvidas em torno desse empréstimo que pode ser vir para a aquisição de unidades novas ou usadas, construção ou mesmo reforma de imóveis. Saiba tudo sobre o assunto e como pode ser fácil ter sua casa própria.

Bom momento para o crédito imobiliário

O ano de 2019 está sendo considerado o ideal para a compra de imóveis, seja para morar ou investir. O mix de preços estáveis, boa oferta, juros baixos por conta da Selic em 6,5%, e boas condições para conseguir o crédito imobiliário propicia um cenário perfeito.

Principalmente quando aliado à expectativa de alta dos preços em um prazo relativamente curto em se tratando do mercado imobiliário. A estimativa é que os preços dos imóveis subam gradativamente até 2023 ou 2024, ou seja, uma boa perspectiva de lucro em apenas 5 anos.

Desde o final de 2018 o mercado imobiliário já mostrava sinais de recuperação, com a diminuição do estoque das construtoras e plantões cheios, principalmente em São Paulo. Com isso, há ainda boas perspectivas de negociação e melhores ainda de valorização futura, o que impulsiona o crédito imobiliário.

Mas afinal, o que é crédito imobiliário?

Na verdade, o crédito imobiliário nada mais é do que um empréstimo tomado junto às instituições financeiras voltado exclusivamente para a compra de imóveis novos ou usados, residenciais ou comerciais, ou ainda para a compra de materiais que podem ser usados tanto para construção quanto para reforma.

De acordo com a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), a expectativa é que o crédito imobiliário totalize R$ 126 bilhões em 2019. O valor significará um crescimento de 7% em relação a 2018.

Basicamente, esse montante deverá vir de dois tipos de financiamento imobiliário: o SFH e o SFI. É importante saber a diferença entre eles para saber qual o tipo de crédito imobiliário que se ajusta à sua necessidade.

Conheça as principais diferenças entre SFH e SFI

Dependendo do tipo de crédito imobiliário que você precisa, você deve se enquadrar no Sistema Financeiro de Habitação (SFH) ou no Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI). Veja qual deles é o ideal para você:

Características do SFH

  • Financia no máximo 90% do valor do imóvel e estipula um limite de 30% do comprometimento de renda;
  • Tem os juros mais atrativos, variável de acordo com o banco, e correção pela TR.
  • Permite o uso do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS);
  • Tem teto para o valor do imóvel de acordo com o estado;
  • Compra do imóvel só pode ser feita por pessoa física;
  • Prazo de quitação em até 35 anos.

Como é o SFI

  • Taxa de juros tende a ser mais alta, mas depende da instituição financeira.
  • Financia até 90% do imóvel sem limite de comprometimento de renda;
  • Atende tanto pessoa física quanto jurídica;
  • Prazo de pagamento em até 35 anos;
  • Não há teto para o valor do imóvel.

Como conseguir o crédito imobiliário

Seja qual for o tipo de crédito imobiliário, o caminho para conseguir é basicamente o mesmo.

Após a escolha do imóvel, o melhor conselho é fazer uma simulação, assim é possível ter uma ideia bem realista do quanto seria o empréstimo e suas parcelas. Há simuladores de crédito imobiliário no site da maioria dos bancos.

É preciso que seu nome esteja limpo na praça. Se estiver em dúvida, cheque com os principais órgãos de defesa do crédito, como SPC, Serasa etc. Quite ou faça acordo de qualquer dívida pendente. Os bancos não emprestam dinheiro para quem tem um histórico ruim de pagamento.

Junte todos os seus comprovantes de renda, inclusive do cônjuge, se houver. Assim é possível conseguir um valor total maior. Leve-os juntamente com a documentação pedida ao banco escolhido e dê entrada no pedido de crédito imobiliário.

Após a análise do banco o crédito imobiliário será ou não concedido. O banco paga ao vendedor do imóvel e você paga ao banco em parcelas diluídas em até 420 meses. O imóvel fica vinculado a você como proprietário, mas não pode ser negociado até a quitação da dívida.

O processo não é difícil, mas é cheio de detalhes. É preciso que toda a documentação do imóvel e do vendedor também estejam em ordem, por exemplo. Por isso, contar com uma boa assessoria imobiliária é fundamental.

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